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Em homenagem a Alfred  Hichtcock, o filme de Mel Broks é  uma  comédia escrita e  desenvolvida a partir  de algumas  cenas como Vertigo,  Os pássaros,    Janela Indiscreta.

Alías a janela é a abertura para que  as crises de acrofobia, alta ansiedade ,  ataquem o médico psiquiatra, Dr.    Richard H. Thorndyke (Mel  Brooks) cada vez que ele precisa  passar por alturas quer por voos,  elevadores, janelas de prédios  altos.

Como psiquiatra,  ele é convidado a passar uns tempos numa clinica de reabilitação para  ” investigar”  algumas situações estranhas que acontecem por lá.  Para o azar do médico, os crápulas que estão sabotando a clinica liderados pela sexy Nurse Diesel descobrem a fobia do médico por altura.

O  filme vai acontecendo em cenas adaptadas dos suspenses hitchcoquianos  muito boas.  Dá espaço ate para os romances  sado-maso da enfermeira Nurse Diesel e o proprio médico com uma clássica loira fatal extraida de algum fime noir.

É uma comédia de muitos risos as veses gargalhadas, porque Mel Brooks é otimo durante os surtos.

Desconfio que a Madonna se inspirou na sexy Diesel para sua fantasia.

Que acham?

Enfim  é comédia obrigatoria para ter em casa.  Se tiver oportunidade para alugar aproveite e se passar na tv não percam.

Direção : Mel Brooks

Elenco:  Mel Brooks,  Madeline Kahn,  Cloris Leachman,  Harvey Korman,  Ron Carey,  Howard Morris,  Dick Van Patten,  Jack Riley,  Charlie Callas,  Ron Clark,

Genero:  comédia, duração 94 minutos, colorido, EUA

Fox  Entertainment, 1977

ruthlesspeople

Danny de Vito é um pequeno ator com uma concentração para comedia absurda. Bette Milder me surpreendeu já que a primeira vez que a vi no cinema foi atuando de forma sufocante no filme “The Rose” (A rosa).

Sam Stone (Danny DeVito) é um rico vil e oportunista empresário que decide matar Barbara Stone (Bette Milder), sua mulher, para poder ficar de vez com Carol (Anita Morris), sua amante.

Um dia, quando chega em casa descobre que ela foi seqüestrada e caso ele avisasse a polícia, ela seria eliminada. Adivinhem o que Sam faz?
Ele resolve não pagar o resgate, avisa a polícia e antes de esperar as conseqüências do termino do sequestro comemora antecipadamente o seu golpe de sorte.

Mas os seqüestradores pe de chinelo são Ken Kessler (Judge Reinhold) e Sandy Kessler (Helen Slater) que seqüestraram a mulher apenas para se vingar de Sam Stone por este ter roubado idéias de Sandy, uma designer de modas.

Quando Bárbara descobre que o marido num vale nada, resolve fazer uma parceria com seus seqüestradores e os 3 bolam um plano para acabar de vez com Sam.

Como adoro comedias e era a primeira vez que assistia ao filme, precisei rever o final de tanto que chorei de rir. Essa comedia às vezes é reprisada numa sessão da tarde, domingão ou férias. Quem nunca viu não perca. Vale a pena procura – lo numa locadora.
Sempre com pipoca e um refris.

Por: Criz com Z.

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Criminosos do submundo londrino entram em ação quando surge um negócio da máfia russa envolvendo milhões de dólares.

Guy Ritchie deve ter feito o filme para ter certeza que não estava mais vinculado a imagem da Madonna.

Não é para esperar muito do filme, mas se tiver a fim de se distrair com o impagável humor inglês – que pode ser ininteligível para os que gostam de piadas às claras  – vale a pena.

Dinheiro, muito dinheiro desviado por uma secretaria ambiciosa, um velho mafioso inglês a moda antiga que acha que engana o bandido russo que tem certeza que esta sendo enganado, só não tem certeza de quem o está enganando.

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Para cuidar deste dinheirão desviado do chefão russo, a secretária dele e a autora oficial do roubo, contrata um grupo de bandidos meia boca para sumir com a grana liderados pelo quase machão Gerard Butler.

Por:  Criz Barros.

RocknRolla – A Grande Roubada (RocknRolla). 2008. Reino Unido. Direção e Roteiro: Guy Ritchie. Elenco: Ludacris, Gemma Arterton (June), Gerard Butler, Thandie Newton, Nonso Anozie (Tank), Idris Elba, Mark Strong (Archie), Jeremy Piven (Mickey), Tom Wilkinson, Geoff Bell. Gênero: Ação, Comédia, Crime, Policial. Duração: 114 minutos.

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Um homem aproveita a morte de seu mentor para assumir a liderança do tráfico de drogas em Nova York. Até que um implacável detetive resolve detê-lo.

Quando li o nome dos atores principais e direção, me preparei para ficar imóvel na poltrona e nem piscar. Não conseguia imaginar um enredo que precisasse de mais atenção porque só os atores já valiam pelo filme.

No começo vem o tédio total: o bandido é bandido (Denzel Washington), sem ostentação que respeita a ética entre bandidos, possui um lado humano sensível preocupado com a familia e seu amor. O policial, separado, só e amargo (Russel Crowe) é tão politicamente correto que chega a ser chato. Essa é a pegadinha do filme.

O bandido precisa mandar sem aparecer, o policial precisa trabalhar e fazer valer a lei sem se corromper. Em comum, ambos são extremamente metódicos nas ações e decisões que resulta num final incrível.

Lógico, não poderia faltar um Soundtrack de primeira linha com legítimas batidas funks.

Por:   Criz Barros.

O Gângster (American Gangster). 2007. EUA. Direção: Ridley Scott. Elenco: Denzel Washington (Frank Lucas), Russell Crowe (Detetive Richie Roberts), Chiwetel Ejiofor (Huey Lucas), Josh Brolin (Detetive Trupo), Lymari Nadal (Eva), Ted Levine (Detetive Lou Toback), John Ortiz (Javier J. Rivera), Cuba Gooding Jr. (Nicky Barnes), Armand Assante (Dominic Cattano). Gênero: Crime, Drama. Duração: 157 minutos. Baseado em artigo de Mark Jacobson.

De Neil Simon, é uma comédia leve, cheia de sutilezas e nonsenses, a começar pelo mordomo supostamente inglês, Jamesenhor Bensonmadame interpretado por Alec Guiness. Atenção ao trocadilho que acontece entre o mordomo e um dos convidados por causa do nome e sobrenome. O serviço da cozinheira que é surda e muda, completa a equipe de serviçais para este jantar.

Os maiores detetives do mundo são convidados para jantar numa mansão isolada, onde acontecerá um crime. O milionário Lionel Twain (Truman Capote) aparece no coquetel que precede o jantar e anuncia que um dos presentes será morto – este é o crime e quem sobreviver pelo resto da noite receberá U$1milhão de dólares.

Apesar das grandes estrelas que participam deste filme, a química entre eles é fantástica incluindo ate o detetive noir interpretado pelo ator Peter Falk, a alusão aos detetives criados por Aghata Christie, entre outros. Como todo filme de detetives, investigações sempre existe.

Melhor o áudio em inglês para que o filme não perca todo o charme. A riqueza e detalhes nos cenários, a trilha sonora, irônica, completam todo um clima para boas risadas. É um filme para ter em casa.

Por: Criz Barros.

Assassinato por Morte (Murder by death). 1976. EUA. Direção: Robert Moore. Roteiro: Neil Simon. Elenco: Truman Capote, Alec Guinness, Peter Sellers, Elsa Lanchester, Peter Falk, David Niven, James Coco, Eileen Brennam, Nancy Walker, Maggie Smith, James Cromwell, Estelle Winwood, Richard Narita. Gênero: Comédia, Crime, Thriller. Duração: 94 minutos.

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